A prótese total é a solução mais comum e conhecida entre os brasileiros. Normalmente, ela é produzida em resina acrílica, e é essencial que o dentista e o protético sejam bastante detalhistas para trazer mais realidade ao sorriso do paciente e respeitar suas feições naturais.
Ela também consegue devolver as funções orais de mastigação e fala, além de melhorar consideravelmente a estética de quem perdeu todos os dentes.
Entretanto, com o passar dos anos, esse modelo acaba perdendo estabilidade óssea na região da mandíbula. Isso faz com que exista uma área de retenção da prótese inferior, dificultando o seu uso e comprometendo a estética.
Além disso, não oferece estabilidade nem conforto para o paciente na hora da mastigação. O desgaste da prótese também é maior se comparado a outros modelos, como o fixo. Outro ponto negativo é a dificuldade que alguns pacientes têm para se adaptar.
Também chamada de “Roach”, trata-se de um modelo bastante usado. A prótese é indicada para os pacientes que ainda têm alguns dentes na boca e funciona por meio de uma estrutura metálica com grampos que ficam retidos nos dentes remanescentes.
A composição metálica, geralmente, é de uma liga de níquel-cromo ou cromo-cobalto. A principal vantagem é a estabilidade que ela oferece durante a mastigação, além de proteger e manter os dentes originais e remanescentes do paciente.
Contudo, devido à sua estrutura metálica, não tem um grande apelo estético, pois, muitas vezes, os grampos e até a parte de metal podem ficar expostos. Além disso, a PPR exige um maior tempo de adaptação do paciente, especialmente para aqueles que nunca usaram uma prótese.
Outra possibilidade é a PPRflex, produzida com poliamida. Há também a opção da prótese dentária de silicone removível, que tem as mesmas características do acessório de poliamida, mudando apenas o material. Ainda, por ser injetável, dispensa a necessidade de grampos e metais.
Assim, esse modelo oferece mais conforto e resistência, além de ser esteticamente agradável. Esse material, por ser mais flexível e leve, adapta-se mais facilmente à gengiva.
Agora, a PPRflex também tem um ponto negativo: com o tempo, a prótese pode pigmentar, não sendo, portanto, recomendada para pacientes com uma higiene bucal inadequada ou com problemas gengivais. Outra desvantagem é seu custo, que é mais elevado do que o da PPR.
Trata-se de uma prótese total, que pode ser colocada tanto na maxila (parte superior da boca) como na mandíbula (parte inferior).
Como o próprio nome sugere, ela fica “presa” aos implantes e é uma ótima solução para os pacientes que apresentam reabsorção óssea. Basicamente, a overdenture pode ser feita por meio de dois sistemas:
A overdenture oferece muito mais estabilidade aos pacientes e segurança para mastigar quaisquer tipos de alimentos, porém, seu valor costuma ser um pouco mais elevado.
A Prótese Protocolo também funciona sobre implantes de titânio, sendo uma solução muito interessante para os pacientes que perderam todos os dentes, podendo ser usada tanto na arcada superior como na inferior.
A execução, contudo, é mais complicada e trabalhosa que as demais. Normalmente, o processo se inicia com a colocação dos implantes — que são como pinos de titânio e substituem a raiz dos dentes ausentes.
Assim, o paciente precisa aguardar o período de osseointegração, ou seja, até que o metal seja integrado ao osso da mandíbula ou da maxila e o processo de cicatrização esteja finalizado. Somente depois disso, é feita a moldagem e a instalação da prótese propriamente dita.
Ainda, existem diferentes tipos de prótese protocolo, que serão especificados logo a seguir.
Protocolo sobre implante cerâmico
Nesse caso, em vez da resina acrílica para confeccionar os dentes, é usada a cerâmica ou a porcelana, que oferece mais naturalidade à prótese. Essa opção também tem outras vantagens, como mais estabilidade de cor, melhor textura, mais resistência ao desgaste e menor acúmulo de sujeira.
Trata-se de uma possibilidade recente na odontologia, que consiste no uso da zircônia. A principal diferença é que, nesse caso, toda a estrutura da prótese (além dos dentes) também é produzida em zircônia e criada usando o sistema CAM/CAD.
A tecnologia CAM/CAD, resumidamente, funciona como um computador acoplado a uma impressora 3D. Assim, o profissional consegue realizar o desenho de uma prótese, por exemplo, e imprimi-la em três dimensões, em um tempo muito menor. Tudo isso reduz a necessidade de uso de soldas, o que confere ainda mais resistência.
Indicada para quem precisa repor apenas um dente, reproduzindo, dessa maneira, as características funcionais, anatômicas e estéticas do paciente. O tratamento pode ser realizado tanto sobre um implante de titânio como sobre um dente, e a implantação pode ser parafusada ou cimentada.
A coroa pode ser produzida tanto em porcelana como em resina, sendo que as de porcelana, embora sejam mais caras, oferecem maior resistência, valorizam mais a estética e têm maior durabilidade e facilidade de adaptação.
Além disso, a participação do paciente é fundamental para o sucesso do tratamento, sempre higienizando corretamente a prótese e realizando os retornos periódicos para os ajustes.
A prótese sobre implante é utilizada quando há necessidade de repor um ou mais dentes na boca do paciente. Ela é fixada sobre o pino de titânio e confeccionada em porcelana, pois é um material esteticamente mais bonito e bastante durável.
A porcelana não sofre alterações em sua cor com o passar dos anos e, dificilmente, uma prótese sofre algum tipo de fratura. Além de oferecer estabilidade e conforto para o paciente durante a mastigação, a prótese sobre implante proporciona um resultado bastante natural.
Aqui tem-se um modelo de prótese fixa que está caindo em desuso, devido à eficácia dos implantes dentários. Mas a ponte visa substituir um ou mais dentes faltosos e proporciona resultados bastante satisfatórios.
A desvantagem do tratamento é que, para colocar, é necessário desgastar os dentes subjacentes, que devem ser usados como suporte. Nesse caso, eles servem para dar apoio à prótese e perdem sua funcionalidade.
Esses são tipos de restaurações indiretas, ou seja, que são feitas diretamente na boca do paciente. O procedimento é necessário quando há uma perda da estrutura dentária.
Ainda, as inlays, onlays e overlays são utilizadas para reconstruir uma parte do dente, sendo diferenciadas pelo grau de destruição do dente que deve ser reconstruído. O tratamento é indicado para casos em que há pequenas, médias ou grandes partes danificadas, seja por cárie ou algum tipo de fratura.
O material utilizado para essa restauração é a porcelana. Ela, além de mais resistente, tem um apelo estético melhor. Veja quando e em quais casos cada técnica é indicada:
O tratamento oferece excelentes resultados estéticos, durabilidade e, ainda, preserva a estrutura dentária remanescente. Além disso, é simples. O dentista retira a parte danificada do dente, faz a moldagem e, depois, as peças são confeccionadas em laboratório e cimentadas na boca do paciente.
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